
Francisco Cardoso do Carmo “Prof. º Gigio”
Capoeira, capoeira, luta brasileira, dança guerreira.
Não sei dizer quando começou, mas, vivo pensando como ela entrou na minha vida.
Sem pedir licença, ela foi entrando e eu fui me apaixonando, dela hoje não posso largar.
Ficava nas ruas sem fazer nada quando der repente ganhei uma bolsa para treinar, comecei a treinar com doze anos de idade com o mestre BJTA.
O começo não foi tão bom, eu me sentia meio acanhado, mas segui em frente e treinei.
Fiquei três anos com ele, mas infelizmente tive que me mudar de bairro e fui treinar com o professor Sucuri, Neguinho e finado neguinho do grupo, menino pequeno (devidos á alguns assuntos internos o professor Sucuri criou o grupo “Marana”).
Fiquei um tempo parado, e resolvi treinar, com o mestre Falcão do grupo guerreiros da liberdade foi uma ótima experiência com este grupo aprendi muito sobre a capoeira e sobre a vida; Mas eu estava sem rumo e voltei para o grupo “GCAB”, mas não fui apoiado.
Então pedi ajuda para o mestre Tena para levar o seu grupo “Escravos Unidos” na camiseta, e ele apoiou, fiquei levando meu grupo a fundo com meus alunos e junto o graduado ligeiro que me segue até hoje graças a Deus.
Eu não tinha muita experiência para seguir em frente, então apareceu um grande capoeirista na minha vida que só me deu conselhos bons, me incentivos a estudar, o professor Gazo, com ele e sua equipe eu aprendi a trabalhar com a capoeira de maneira pedagógica e recreativa.
Aqui me sinto bem de espírito e de corpo, na “Capoeira Escravidão” reconheceu o meu valor.
Ie viva, meu Deus que me.
Segurou as mãos e me
Ensinou a manter o equilíbrio
Nas marés nem sempre calmas
Da vida!
Com muito respeito à: Grupo GCAB, Marana União de Raças, Guerreiros da Liberdade, Meninos Pequenos e Escravos Unidos.
Fernando Pereira de Melo
Eu Fernando Pereira de Melo nascido em 25/03/1987 em São Paulo/Capital filho de Wilson Batistele de Melo e Solange Pereira de Melo, comecei a praticar capoeira aos meus 7anos de idade em 1994 no (centro de juventude) Pq. Arariba com o professor Gazo.
No inicio foi para passar o tempo dentro da instituição, mas com passar do tempo fui pegando gosto pela coisa, vendo ali dentro da instituição que os mais graduados sempre iam às apresentações com os alunos da sede do jardim Ingá e tinham responsabilidades.
Então quando peguei o cordão verde e azul resolvi sair do CJ e começar a treinar com o pessoal na Academia Vida ao Corpo, devido à sede do Jd. Ingá ter sido invadida pelos sem teto, no começo ia para treinar e já era graduado pois naquele tempo trabalhávamos no sistema de cordão, mas os graduados de lá não me consideravam como graduado por eu ter sido do cj, eu não me importava com isso porque era mas uma motivação para que pudesse treinar e mostrar que não era mas um e tinha condições de fazer parte daquela equipe.
Com o passar do tempo a sede sendo na Ass. Amigos do Pq. Regina (situada ate hoje) fui desenvolvendo e mostrando que não só fazia parte da equipe como era importante para equipe também.
Hoje sou Graduado sei o valor que tenho dentro da Equipe, faço parte da diretoria da Associação Cultural e Esportiva Capoeira Escravidão (antiga Ass.de Capoeira Escravidão Independente), estou desenvolvendo um trabalho com capoeira, então ela faz parte literalmente da minha vida, pois vivo de capoeira.

Claudinei Gonçalves
Eu Claudinei Gonçalves nascido em 29/10/1968 em Cia. norte Paraná filho de Maria Inês Gonçalves e Valdemar Gonçalves, conhecido nas rodas de capoeira como Cabelo, onde vivi por sete anos, vim para São Paulo.
Onde eu conheci capoeira no ano de 1992 em um batizado que acontecia na escola, na hora fiquei doido para fazer, mas as academias tinham suas mensalidades, e não tinha condições para pagar morando na favela.
Sempre acompanhava as rodas de capoeira foi quando recebir o convite de um primo que auxiliava as aulas de capoeira.
Osmar era o responsável e o Reinaldo conhecido na roda de capoeira por faísca auxiliava,
Durante três meses treinei com meu primo depois academia fecho, foi quando um amigo que fazia capoeira me levou para conhecer uma academia que se localizava no Jardim Ingá fiz uma visita gostei, duas semanas depôs voltei e comecei a treinar na Ass. De capoeira escravidão onde estou até hoje na corda de graduado.
Joaquim Batista França
Eu Joaquim Batista França Neto, nascido na Bahia no dia 24/07/19976, o meu primeiro contato com a capoeira foi em 1991 treinei um ano com o professor Luciano vim para São Paulo, conhecido na capoeira como Jabaquara por que naquele tempo eu morava no bairro de Jabaquara e vinha treina na sede do Jardim Ingá, através dos meus primos que fazia capoeira com o professor Gazo.
Na sede do Jardim Ingá através do gazo participe do cursor de treinador profissional de capoeira, hoje estou como graduado nesta equipe que sempre me apoinho.

Márcia Andrade
Eu Márcia Andrade, nascida 30/11/69 em São Paulo, só tive conhecimento da capoeira quando conheci meu esposo em 1996, professor Claudio (conhecido como paçoca), não pratico capoeira por falta de tempo, mas sempre que posso acompanho a turma em batizado, viagens, campeonato etc.
Gosto muito da galera eles sempre me respeitarão mesmo eu não sendo capoeirista, principalmente o professor Gazo que me da o maior apoio e sempre faz com que a minha pessoa esteja presente nos lugares onde eles estão.
Gosto muito da capoeira, ela ensina muitas coisas boas, não a vejo pelo nome e sim pela qualidade de ensino de um professor, ou seja, aquele Profissional que esteja lecionando as aulas.
Cláudio Custodio dos Santos - Ver Curriculum
Eu Claudio Custodio dos Santos nascido 30/12/1974 em São Paulo, o meu primeiro contato com a capoeira foi através do meu irmão, que me levou para assistir uma aula eu gostei e comecei a treina com o professor Carioca formado do mestre Tena.
Quando ganhei o meu primeiro cordão academia fechou então fui treinar com o mestre Ge. que por motivos de saúde não pode levar o trabalho à frente, e passou para o professor Gazo e a professora Dengosa.
Continuei fazendo capoeira por um tempo depois pare, porque não tinha condições de pagar, fiquei dois anos, parado comecei trabalhar e voltei para capoeira, continuei trabalhando e sai do emprego, fiquei dos anos parado quando recebir a proposta do professor Gazo para trabalhar nas escolas, eu aceitei e estou até hoje como professor, entre no curso de Educação Física visando uma melhora na qualidade de ensino para capoeira.
Estou formado no curso de Educação física e Bacharel, pretendo fazer uma pós-graduação na ária da educação infantil, e através do conhecimento fez com que eu enxerga – ser como a capoeira e importante para o se humano e o uso de todas as partes do corpo seria o exemplo para o praticante entender que a própria natureza dotou o homem de condições, qualidades e recursos para serem utilizados, desde que esteja em pleno estado de consciência, pois o imenso potencial humano pode ser testado a cada momento, em diferentes situações, no decorre do jogo, Assim é também no nosso cotidiano: às vezes parece que estamos perdidos, mas conseguimos uma alternativa deve, pois, o capoeirista, conhecer varias alternativas, seu potencial dentro da modalidade e saber utilizá-lo de acordo com as necessidade.
Salve capoeira e obrigado por esta equipe que sempre me apoiou.
Reinaldo Soares Fraga
Reinaldo Soares Fraga nascido em Cia Norte Parana conhecido na capoeira como Faisca, fui para São Paulo nos meus primeiro anos de vida com meus pais.
Meu primriro contato com a capoeira só se deu aos dezesseis anos quando fui convidado por amigos a ir assistir uma roda formada pelo professor Capão com quem mas tarde viria a aprender meus primeiros passos nesta arte brasileira.
Treinei algum tempo até que ele fechou sua academia,fiquei algum tempo sem treinar somente em roda, foi quando conhecir mestre Tonho formado então do mestre Elias, com quem aprendi algumas malicias da capoeira.
Quando percerbi então que estava faltando algo a mas em minha capoeira, indo em uma roda conhecir o professor Gazo junto com o primo meu hoje instrutor cabelo, fomos fazer uma visita onde aos Domingos avia roda de capoeira.
A hospitalidade foi ótima que pedimos ao Prof; se podiamos ficar treinando na época se chamava (Ass.de Capoeira Escravidão Independente) fomos então aceito a treinar.
Dali em diante comecei a respirar e viver capoeira, aprendir capoeira não iria me dar somente condicionamento fisico mas tambem muito conhecimento, diciplina, companherismo e uma nova familia .
Então no primeiro batizado que participei pela Ass; recebi o apelido de faisca, tive muitos altos e baixo até chegar onde estou, hoje sou um dos intrutores da escravidão.
Foram mas de dez anos de aprendizado e trabalho pela Ass; em São Paulo, como todo o filho quando cresce sai de sua casa, hoje retornei ao parana, ( Cidade camisira) npara desenvolver o nosso trabalho e levar o nome da capoeira Escravidão, onde pouco a pouco cresce a cada dia com seus integrantes e conquistando espasso no mundo da capoeira.
Bruno Rival da Silva
Eu Bruno Rival da Silva, filho de Dinora Aparecida Rival e Carlos Alberto do Santos nascido Dia 31 de dezembro de 1982, na Cidade São Paulo e no Estado de São Paulo.
Meu primeiro contato com a capoeira foi em julho de 1995, através de um amigo do meu pai o professor Vaqueiro que fez um convite a mim e meus irmãos, pra treinar junto a ele com o professor Gazo.
E foi ai que conheci a capoeira e resolvi começa a treinar e com tempo fui gostando e me dedicando cada vez mais á capoeira .
Em 1997 participei do meu primeiro campeonato de capoeira, pelo qual fui “CAMPEÃO PAULISTA” na categoria infanto-juvenil.
O que fez com que gostasse e me dedicasse cada vez a capoeira.
Em 1998 o Gazo sofreu um acidente que o atrapalhava de fazer capoeira e ele começou a me levar para ajudá-lo a dar aula e ai foi que eu me interessei a aprende a ensinar e lidar com criança.
Em 2002 me formei a graduado e no ano seguinte comecei a desenvolver um trabalho com a capoeira nas pré-escolas o que exerço até hoje.
José Ap. Ferreira da Silva
Eu José Ap. Ferreira da Silva, tenho 26 anos, casado, faço faculdade de Educação Física, nasci em São Paulo.
Pratico capoeira desde os meus 9 anos de idade. Iniciei com o professor Geraldo em uma comunidade durante uns 4 anos, onde ele teve que fazer uma cirurgia na qual o impossibilitou de continuar. Foi então que fui treinar com o mestre Dimas fiquei mais 3 anos lá no jd.Vaz de Lima, após sua morte participei de alguns grupos, porém nada aprendi só passava o pouco que até então sabia, vi que não dava para continuar assim.
Treinei e me formei com o Mestre Escorpião do Grupo cordão de Ouro, ai se foram mais 4 anos.
Obtive algumas experiências chatas, não gosto de citar, mas que me serviu de lição de vida.
Fui aprender nas rodas de rua no Ibirapuera, praça da republica, visitar alguns amigos e seus espaços.
Atualmente faço parte da família Escravidão, do professor Gazo, aonde eu só venho aprendendo.
Estou muito feliz com a capoeira onde já estou a 17 anos nessa luta e continuo aprendendo a cada dia.
Se há o aprendizado, há o ensino do professor para com os alunos.
Que Deus abençoe. Instrutor Cidico.

Profº Gazo – Ver Curriculum
Genivaldo Meira Sertão, presidente da Associação Cultural e Esportiva de Capoeira Escravidão, nascido em 03 de Setembro de 1968 na Fazenda Monte Real – Catingal Distrito de Manoel Vitorino – Bahia na qual viveu sua infância e aos 12 anos mudou-se para a cidade de Jequié.
O seu primeiro contato com a capoeira foi aos 18 anos em 1986 com o mestre Carlinhos em Jequié, mas no mesmo ano teve que se afastar da capoeira e partir para São Paulo.
Chegando lá conheceu o mestre Gê através do seu primo Aloísio onde deu continuidade aos treinos e em 1990 se formou a professor e passou a assumir todas as responsabilidade pela Associação que na época se chamava Unidos do Ingá, e no mesmo ano foi fundada a Associação de Capoeira Escravidão Independente que agora passou a ser Associação Cultural e Esportiva de Capoeira Escravidão.
